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desenvolvimento de software sob medida

Software sob medida para processos que não cabem em produto de prateleira.

Projetamos e desenvolvemos sistemas quando a regra de negócio, a integração ou a criticidade da operação exige algo específico. O trabalho cobre descoberta, arquitetura, implementação, testes, deploy e sustentação.

Quando software sob medida faz sentido

Nem todo problema precisa de um sistema novo. Se um SaaS existente resolve bem e custa menos, essa é a recomendação correta. Desenvolvimento sob medida passa a fazer sentido quando o processo é diferencial da empresa, quando existem regras que produtos prontos não suportam ou quando integrar várias ferramentas virou mais caro do que centralizar o fluxo.

Também é uma alternativa quando sistemas antigos bloqueiam crescimento, exigem trabalho manual repetitivo ou criam risco operacional por falta de rastreabilidade.

  • Processos internos com regras de negócio específicas
  • Portais B2B/B2C, backoffice e painéis administrativos
  • APIs e microsserviços para produtos digitais
  • Automação de tarefas hoje executadas por planilhas e e-mail
  • Substituição gradual de sistemas legados sem big bang

Arquitetura que outra equipe consegue manter

O projeto não termina quando a primeira versão entra no ar. Por isso, decisões de arquitetura consideram legibilidade, observabilidade, testes, segurança, custo de infraestrutura e facilidade de handoff.

A stack é escolhida conforme o contexto. Java com Spring Boot é indicado para serviços empresariais robustos; Go pode reduzir complexidade operacional em serviços enxutos; PHP atende muito bem soluções web pragmáticas; Angular funciona bem em aplicações corporativas ricas.

  • APIs versionadas e contratos explícitos
  • Banco de dados com migrações reproduzíveis
  • Testes automatizados nos fluxos de maior risco
  • CI/CD e ambientes separados
  • Logs, métricas e alertas desde a entrada em produção

Como o projeto começa

O primeiro passo é um diagnóstico curto para entender o objetivo, usuários, sistemas envolvidos, restrições e prazo. A partir disso, definimos se o melhor caminho é uma prova de conceito, um MVP ou uma entrega fechada.

A proposta descreve o que será entregue, o que fica fora do escopo, premissas, marcos e critérios de aceite. Essa definição reduz retrabalho e evita transformar desenvolvimento em uma sequência infinita de pedidos sem prioridade.

Testes, qualidade e o que sobe para produção

Software sob medida barato de construir e caro de manter é o desfecho mais comum quando não existe critério de qualidade acordado antes. Por isso o combinado de testes entra no escopo, não como extra opcional: cobertura mínima acordada, testes de integração nos fluxos críticos e verificação automática rodando na esteira antes de qualquer publicação.

Isso não é perfeccionismo. É o que permite alterar uma regra de negócio no oitavo mês sem medo de quebrar outra coisa — e é exatamente a diferença entre um sistema que evolui e um sistema que congela.

  • Testes automatizados nos fluxos que sustentam a operação
  • Revisão de segurança das dependências antes de cada publicação
  • Ambiente de homologação para você validar antes de ir ao ar
  • Publicação reversível: toda subida tem caminho de volta
  • Registro de erro e telemetria desde o primeiro dia em produção

O que fica com você no fim do projeto

A entrega não termina no sistema funcionando. Termina quando outra equipe consegue assumir o trabalho sem depender de quem escreveu. Isso significa repositório na sua conta desde o primeiro commit, documentação de arquitetura em português e esteira de publicação funcionando — não um deploy manual que só uma pessoa sabe executar.

Não existe licença, plataforma proprietária ou dependência da Paradox para continuar o projeto com outro fornecedor. Se em algum momento fizer sentido internalizar o time, o material para isso já está pronto.

  • Código-fonte e repositório sob seu controle
  • Documentação de arquitetura, decisões e operação
  • Esteira de CI/CD configurada e documentada
  • Credenciais e acessos transferidos e inventariados
  • Contrato com confidencialidade e tratamento de dados conforme a LGPD

Perguntas frequentes

Quanto custa um software sob medida?

Depende do escopo. Projetos novos são estimados depois do diagnóstico. Para manutenção pontual, o site publica atendimento a partir de R$ 250 por hora.

Vocês assumem um projeto que já existe?

Sim. Antes de alterar código, fazemos leitura da arquitetura, dependências, banco, infraestrutura e pontos de risco para definir uma sequência segura de trabalho.

Qual stack vocês usam?

Java/Spring Boot, Go, PHP, Node.js, Python e Angular aparecem com frequência, mas a escolha depende do problema, equipe, ecossistema existente e custo de operação.

Quanto tempo leva até a primeira versão em produção?

A prova de conceito fica pronta em 2 a 4 semanas. Um sistema de porte médio costuma levar de 3 a 6 meses até a primeira versão em produção, com entregas parciais utilizáveis a cada duas semanas.

O código-fonte fica comigo?

Sim. O repositório é criado na sua conta ou transferido para ela desde o início, e não existe licença ou plataforma proprietária que impeça continuar o projeto com outra equipe.