Experiência construída em sistemas de produção
A trajetória profissional apresentada no site inclui trabalhos em ambientes ligados a BNDES, SAP, Mercedes-Benz AG, T-Systems, QAT Global, Bagy, Grupo Dataclick e CTIS Tecnologia. Essas organizações representam histórico profissional do fundador e não carteira de clientes da Paradox Technology.
O foco da atuação é transformar requisitos de negócio em software operável: código que pode ser publicado, observado, corrigido e mantido por outras pessoas.
- Java, Spring Boot, Go, PHP, Node.js e Python
- Angular, TypeScript e aplicações web
- PostgreSQL, Oracle, MySQL e mensageria
- AWS, Azure, Google Cloud, Docker e Kubernetes
- RAG, agentes, avaliação e observabilidade de aplicações com LLM
Como isso aparece nos projetos da Paradox
O diagnóstico e a arquitetura são conduzidos com foco em risco e manutenção. Em projetos maiores, especialistas podem ser alocados conforme a tecnologia necessária, mantendo a coordenação técnica centralizada.
A prioridade é deixar repositórios, acessos, decisões e operação documentados o suficiente para o cliente não ficar preso a uma única pessoa ou fornecedor.
Doze anos em sistemas que outras pessoas dependem
A experiência foi construída em ambientes onde erro tem consequência: plataformas de dados no BNDES, produto na SAP, engenharia automotiva na Mercedes-Benz AG e operação de larga escala na T-Systems. São contextos diferentes que ensinam a mesma coisa — o que separa um sistema que dura de um que apodrece é quase sempre decisão de arquitetura tomada cedo.
A Paradox nasceu para levar esse padrão de engenharia a empresas que não têm, e não precisam ter, um time inteiro dentro de casa.
- Java, Spring Boot, Go, PHP e Angular em produção
- Arquitetura de microsserviços e integrações críticas
- IA aplicada: RAG, agentes e pipelines de dados
- Esteiras de CI/CD, observabilidade e nuvem
- Bacharelado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (UNIVALI)
Como o trabalho é conduzido
A coordenação técnica é sempre minha, inclusive nos projetos em que especialistas são alocados sob demanda em alguma tecnologia específica. Isso existe para evitar o padrão mais comum em contratação de fábrica de software: falar com quem vende e receber o trabalho de alguém que você nunca viu.
Na prática significa que a pessoa que faz o diagnóstico é a mesma que responde quando algo quebra oito meses depois.