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responsável técnico

Micael Santana — fundador e engenheiro de software sênior.

Responsável técnico pelos projetos da Paradox Technology, com atuação em desenvolvimento de software, arquitetura, sistemas distribuídos, cloud, integrações e IA aplicada.

Experiência construída em sistemas de produção

A trajetória profissional apresentada no site inclui trabalhos em ambientes ligados a BNDES, SAP, Mercedes-Benz AG, T-Systems, QAT Global, Bagy, Grupo Dataclick e CTIS Tecnologia. Essas organizações representam histórico profissional do fundador e não carteira de clientes da Paradox Technology.

O foco da atuação é transformar requisitos de negócio em software operável: código que pode ser publicado, observado, corrigido e mantido por outras pessoas.

  • Java, Spring Boot, Go, PHP, Node.js e Python
  • Angular, TypeScript e aplicações web
  • PostgreSQL, Oracle, MySQL e mensageria
  • AWS, Azure, Google Cloud, Docker e Kubernetes
  • RAG, agentes, avaliação e observabilidade de aplicações com LLM

Como isso aparece nos projetos da Paradox

O diagnóstico e a arquitetura são conduzidos com foco em risco e manutenção. Em projetos maiores, especialistas podem ser alocados conforme a tecnologia necessária, mantendo a coordenação técnica centralizada.

A prioridade é deixar repositórios, acessos, decisões e operação documentados o suficiente para o cliente não ficar preso a uma única pessoa ou fornecedor.

Doze anos em sistemas que outras pessoas dependem

A experiência foi construída em ambientes onde erro tem consequência: plataformas de dados no BNDES, produto na SAP, engenharia automotiva na Mercedes-Benz AG e operação de larga escala na T-Systems. São contextos diferentes que ensinam a mesma coisa — o que separa um sistema que dura de um que apodrece é quase sempre decisão de arquitetura tomada cedo.

A Paradox nasceu para levar esse padrão de engenharia a empresas que não têm, e não precisam ter, um time inteiro dentro de casa.

  • Java, Spring Boot, Go, PHP e Angular em produção
  • Arquitetura de microsserviços e integrações críticas
  • IA aplicada: RAG, agentes e pipelines de dados
  • Esteiras de CI/CD, observabilidade e nuvem
  • Bacharelado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (UNIVALI)

Como o trabalho é conduzido

A coordenação técnica é sempre minha, inclusive nos projetos em que especialistas são alocados sob demanda em alguma tecnologia específica. Isso existe para evitar o padrão mais comum em contratação de fábrica de software: falar com quem vende e receber o trabalho de alguém que você nunca viu.

Na prática significa que a pessoa que faz o diagnóstico é a mesma que responde quando algo quebra oito meses depois.

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